segunda-feira, 20 de junho de 2016

Texto para próxima aula (24.6 matutino e 27.6 noturno)

Terminar de discutir o texto de Tomaz Tadeu e ler o glossário específico do movimento LGBT disponível no link

http://dh.sdh.gov.br/download/conferencias/cadernos/cadernos-acessiveis/caderno-LGBT.pdf




6 comentários:

  1. Francisco D.S. Gonçalves, Gustavo Duarte e Jonathan R. Grigorio (noturno)
    O texto de Tomaz Tadeu da Silva discute, entre outros, a dualidade entre "identidade" e "diferença", fazendo uma análise social e semiótica a respeito dos dois conceitos, postulando que ambos estão essencialmente interligados. Nesse sentido, pode-se analisar o Glossário LGBT como uma forma de reafirmar a identidade e os signos aos quais estão vinculados os indivíduos que vão contra o padrão binário de gênero e sexualidade, pois, como aponta o autor, a ideia de signos, de representação, está intrinsecamente ligada à identidade (e, consequentemente, à diferença), dos sujeitos. A partir da concepção identitária dos indivíduos LGBT, pode-se categorizá-los em determinados grupos, que por sua vez demandam ações de combate à discriminação – não se poderia implementar ações de afirmação e de combate ao preconceito a um grupo que não tem sua identidade reconhecida e não é categorizado.
    Pensado em um ponto de vista técnico das políticas públicas, há que citar a questão crucial para os indivíduos que reivindicam seus direitos enquanto identidades diversas (transdiversidade), a questão do direito a cidadania nos parece fundamental, haja visto que tais grupos padecem de males que ferem os direitos básicos a vida, sendo estes mesmos grupos vítimas constantes de crimes de ódio, de tal forma, mesmo com a hibridização das identidades dentro da própria comunidade LGBT, há que se chegar à demandas comuns que forneçam políticas que sirvam como um “escudo” contra estes preconceitos, da mesma forma que se possam implementar ações afirmativas que culminem na geração de um maior grau de equidade entre as diferentes identidades, fornecendo subsídio para que posteriormente se aprofunde as discussões sobre as diferenças e demandas exclusivas de cada grupo identitário que compõem a comunidade LGBT.

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  3. Ingrid Desihiê Antoniori - RA 21004712 (noturno).

    Durante a aula, vimos que as palavras expressam ideias e que o Glossário LGBT se coloca como essencial para o debate e para a própria identidade das pessoas que não se identificam com a ideia de padrão binário de gênero e sexualidade. As pessoas LGBT se identificam em categorias de grupos que possuem identidades próprias. Esses grupos lutam, cada vez mais, pelo combate ao preconceito e discriminação - e com uma identidade bem definida, a luta ganha força. O simbolismo dos signos está ligada à identidade: o texto analisado na aula mostra, entre outras coisas, a conexão entre a identidade de cada indivíduo e diferença.
    Quando pensamos em identidade, pensamos naquilo que somos. Como diz Tadeu, a identidade é simplesmente aquilo que se é. Ela é uma construção,, um processo de produção, uma relação, um ato performativo. A diferença seria, nesse sentido, algo em oposição à identidade: A diferença é aquilo que o outro é. Compreender que os dois conceitos estão em relação de dependência é algo fácil.
    Dentro de todo o binarismo existente na nossa sociedade, os grupos LGBT se colocam na luta pelo direito a cidadania que os são omitidos e tirados quando pensamos na estrutura binária pela qual a sociedade é estruturada; Além disso, esses grupos sofrem dos constantes de crimes de ódio. É necessário que se formulem políticas públicas adequadas às necessidades desse grupo que tem direitos básicos da vida tirados por uma questão de identidade, que é o mais essencial que existe em um indivíduo.

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  4. A luta LGBT permite tangenciar a ideia tratada por Tomaz Tadeu, que levanta a questão da classificação binária que a sociedade sustenta. Nem mesmo se faz apropriado colocar todos os LGBT's no mesmo grupo, pois nesse grupo a segmentação das identidades se faz gritante. O glossário ressalta o quão desconhecido é esse grupo, para a sociedade. Ao fechar as portas para o ser, fecha-se a porta para seu povo, e ciclicamente o torna desconhecido. O desconhecido não tem espaço na vida alheia. Os outros não permitem a entrada do desconhecido. A não aceitação impede o conhecimento. E o ciclo se repete.
    Vale enfatizar que as lutas tais como as do LGBT'S, negros e outras minorias só se fazem necessárias para quebrar os paradigmas sustentados na construção social totalmente binária (certo e errado, branco e preto, direita e esquerda). A aceitação a diferentes ideias, rostos e culturas libertaria esses grupos de uma luta que, hoje, é vergonhoso admitir que ainda seja (extremamente) necessária.

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  5. Aline do Nascimento Roldão (Noturno)

    Antes de se falar no movimento LGBT, é preciso entender quem são, e quais suas maiores necessidades, é por isto que o glossário de Tadeu da Silva é tão importante, como acreditar que uma política esta sendo aplicada se não se conhece os princípios e os objetivos deles, desta forma buscou-se identificar as características físicas e psicológicas de cada um, afim de combater o padrão e a categorização pré definida de gênero e sexualidade imposta pela sociedade, com enfase em combater o preconceito, e a descriminação ligado a esse grupo de pessoas, que sofrem constantemente com crimes motivados por sentimentos homofóbicos.
    Quando fala-se em direitos humanos pensa-se em liberdades básicas destinadas a todos os seres humanos, com conceito de que há liberdade de pensamento, expressão e que todos são iguais perante a lei. Acontece que nem tudo é tão lindo como parece, como por exemplo, quando falamos do termo utilizado para descrever a união estável entre pessoas do mesmo sexo, deixando o termo “casamento” apenas para a esfera religiosa, isso significa que a leis impostas funcionam até a pagina dois! Devido a isto é de extrema importância a implementação de politicas publicas que procurem preservar essa população de violência, e de todo preconceito sob a comunidade LGBT. "

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  6. Olá, eu sou o Gilberto, descendente de japonês (neto), residente na cidade de São Paulo. Eu faço licenciatura na UFABC e acho interessante entender a aprendizagem e suas diversidade de visões acerca desse tema. Acho muito interessante a aprendizagem por meio de debates, pois por meio dos conflitos eu vejo que a assimilação e acomodação se torna bastante eficiente, já que essa proposta traz na ciência dados bastante interessante corroborando com isso (10% do que ouve, 50% do que houve e fala e 70% do que interage). É exatamente por isso que gosto de conflitar ideias refletindo sobre o assunto e colocando premissas que possibilitem dar novos olhares. Talvez por isso que eu goste de colocar premissas que muitas vezes não são as conclusões e opiniões. Ok, mas você deve estar perguntando o porque eu disse tudo isso, não? Na verdade isso tem muito a ver com o glossário dentro deste documento, que apresenta as palavras chaves e conceitos colocados por determinado grupo levando os a se apresentarem, assim como eu o fiz. A apresentação dos termos norteiam o pensamento do grupo LGBT (ou a maioria deles, já que nem todos tem que pensar da mesma forma), dando uma visão concisa e trazendo o que planeja dizer quando refere-se a um tema. Percebe-se que ele abrange diversos pontos sobre o grupo e que podem tangenciar temas das agendas de outros grupo, como o caso do feminismo, das expressões nas diversidades, entre outros. Assim, esta apresentação termológica mostra seu intuito e demonstra seus problemas e interesses. Deste modo, ele pauta suas lutas, opiniões e levantam margem para discussões temáticas e popularização das linguagens, tendo suma importância para se lutar pelos direitos (que no caso é o LGBT) e seus temas transversais.

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